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Dynamica Consultoria realiza

Diálogos 2013 - conduzindo mudanças organizacionais

 

Acompanhe os 2 dias do seminário sobre os principais temas de Gestão de Mudanças Organizacionais.
Executivos de grandes empresas do mercado dão sua contribuição em palestras e debates.
Oficinas especiais e exposição completam o formato inédito do evento.

Fotos: Airton Lopes

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DSC 5980 2Em 26 e 27 de setembro, em São Paulo, a Dynamica Consultoria realiza evento inédito, o Seminário Diálogos 2013 - Conduzindo Mudanças Organizacionais. Cerca de 70 profissionais das mais destacadas empresas, entre palestrantes e participantes inscritos, reúnem-se em discussões, apresentações de casos e atividades em grupo, focados nos principais temas da Gestão de Mudanças Organizacionais (GMO).
Lyrian Faria, sócia-diretora da Dynamica Consultoria (foto), iniciou o seminário falando da importância de se compartilhar conhecimento e experiências sobre GMO. Destacou a relevância do evento, estruturado para expandir conhecimento por meio de debates, oficinas e palestras, integrando atividades para estimular novas formas de lidar  com os processos de GMO.


Painéis Temáticos

A apresentação de palestras e casos, as discussões em grupo e a sequência de debates foi organizada através de 4 Painéis Temáticos divididos nos 2 dias do evento e coordenados por moderadores, cada um responsável por um painel (veja a programação detalhada no hotsite Diálogos 2013).

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Da esquerda para a direita:
Márcia Baggio,
Eliane Satie, Alberto Wajzemberg, William Barreto e Rodrigo Costa  (conheça os palestrantes).

DSC 6181Conduzido por Lyrian Faria, o painel “Cultura Organizacional” abriu a programação do seminário, com as palestras de Alberto Wajzemberg, da Eletrobras, e de Márcia Baggio, da empresa Syngenta. Wajzemberg destacou o papel das lideranças na formação e gerenciamento da cultura da mudança e as principais dificuldades que os líderes e suas equipes enfrentam durante o processo de preparação, transição, geração de informação, conhecimento e comunicação. Para o especialista, “nas empresas a mudança é complexa por envolver inúmeros elementos como cultura, estratégia, processos e tecnologia, além das pessoas. Nesse contexto a liderança tem um papel decisivo e é por ela que se inicia a mudança”.  De acordo com Wajzenberg, para mudar é preciso vencer a “acomodação” e criar condições para que as pessoas se conscientizem e se beneficiem com a mudança. “Para isso o líder deve compartilhar seus pensamentos, sentimentos e percepções. Deve saber ouvir e transmitir credibilidade. Ele precisa entender a cultura da organização, definir seus objetivos e estratégias e criar condições organizacionais”, salienta o executivo.

DSC 6213"Encontros e desencontros entre cultura organizacional e mudanças” foi a palestra de Márcia Baggio, da empresa Syngenta. Ela explica que nos processos de mudança é necessário criar mecanismos que envolvam as pessoas com apoio e patrocínio dos lideres. “Por exemplo, com a cultura imposta por fusões ou aquisições cada líder deve fazer a divulgação da mudança de cultura em sua própria área e promover treinamentos para inserir os novos valores da companhia. Nesse contexto, devemos considerar fatores como: o ambiental, o papel dos stakeholders etc.”, afirma Márcia. A executiva ainda acrescenta que em toda mudança deve haver uma integração entre as áreas (Visão 360º) sendo que os primeiros alvos são os líderes que formarão equipes para gerir os processos e cronogramas de atividades integradas.

Ainda no dia 26, Rodrigo Costa, analista da FINEP (Projeto Modernize), foi o moderador do segundo Painel: “Governança para Mudança”. Ele explicou o porquê desenvolver a governança para mudanças e onde devem ser aplicadas as ações de GMO. Destacou que nas últimas décadas a organização do conhecimento empresarial começou a se estruturar sobre o tema e tem reforçado estudos desde então. “São muitos anos de experimentos e a GMO constitui hoje uma ferramenta importante para enfrentar as demandas diárias das organizações”, diz o executivo. Rodrigo acrescenta que o Seminário Diálogos 2013 trouxe novas informações sobre o assunto. “Esse evento é uma proposta diferenciada de diálogo e aprendizado, permitindo um debate necessário e essencial para as exigências do mundo empresarial”.

Seguiu-se a palestra de Eliane Satie, da Porto Seguro. Ela abordou os caminhos percorridos durante a fase de implementação de GMO na companhia, explicando que a empresa adotou uma metodologia própria e que durante a fase de implementação nas áreas de Processos, Recursos Humanos e Projetos foram feitos treinamentos e workshops para evidenciar os objetivos da mudança. A abrangência da GMO incorporou até o momento cinco projetos corporativos, envolvendo 84 funcionários e 11 áreas diferentes.

Fechando o painel “Governança para Mudança”, William de Miranda Barreto (Eletrobras) palestrou sobre “Como utilizar o método Toyota para fazer a Gestão da Mudança”, exemplificando como a equipe da organização importou ferramentas e técnicas de gestão de processos, utilizando o Formulário A3 criado na empresa e que traz definições de plano e direção de GMO. Após a palestra, os participantes exercitaram o uso do formulário de acordo as experiências vividas em suas empresas.

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 Diálogos com bom humor

Uma novidade trazida pelo evento foi a exposição de
desenhos de humor de Sizenando, da Dynamica Consultoria.
Ao longo do seminário, criou alguns cartuns baseados nos
temas das discussões realizadas durante os Painéis Temáticos.
Além disso, os palestrantes foram homenageados com retratos
executados por Sizenando (conheça sua página de cartuns, Dynamica do riso).

 

Sustentação da Mudança

O painel “Sustentação da Mudança” abriu o segundo dia do Seminário com Renan Silva, da Serasa Experian, no papel de moderador das discussões. Renan alinhou as possibilidades de construção de um modelo mental para pensar em sustentação da mudança - quais fatores envolvem essa estrutura, como as pessoas se comportam nesse contexto e o que fazer para alimentar o modelo novo como parte da rotina operacional. “O mundo é dinâmico, não linear e interdependente. Toda aprendizagem exige que riscos sejam assumidos porque segurança não significa ausência de riscos. Para assumirmos riscos precisamos do apoio de outras pessoas”, salienta.
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Da esquerda para a direita:
Marta Okada, Silvia Mosquim, Silvana Martins, Renan Silva e Roberta Caravieri
  (conheça os palestrantes).

Para Silvana Martins, responsável pela GMO na Natura, esse modelo mental se estrutura com “amparo, manutenção e transformação”. Ela compara as fases de um projeto com a gestação do ser humano, que desde sua concepção até o momento do seu nascimento passa por uma transformação que continua ao longo da vida, desenvolvendo-se e enfrentando riscos. Silvana discutiu como não perder o esforço investido durante o projeto na fase de preparação da mudança e o que é preciso “pensar” após a entrada efetiva da mudança na rotina das pessoas. “Nosso plano de transição (dentro da empresa) está embasado em funcionalidade e conhecimento. Elaboramos o Dashboard (painel de controle com apresentação visual das informações mais importantes e necessárias para alcançar o objetivo do negócio) e desenhamos também o mapa de pessoas em risco. Com essa estrutura conseguimos definir o modelo de gestão: educando, dialogando e compartilhando práticas e aprendizados”, conclui Silvana.

DSC 6836O aprendizado da Samarco Mineração na construção da GMO foi apresentado por Silvia de Alvarenga Mosquim. Detalhou como foi arquitetada a gestão da mudança em sua fase inicial, com o reposicionamento da área de RH para ficar mais próxima do cliente, criando metodologia própria, analisando o processo e compartilhando práticas e conhecimento com os stakholders. “É necessário estimular gestores e colaboradores, rever responsabilidades e aproximar o cliente cada vez mais de nossa realidade”, explica Silvia.

Para Luciana Chiovitti (participante da Leroy Merlin), o Painel foi muito estimulante. “Estamos trabalhando em um grande projeto na empresa e este evento está me ajudando a ter novas ideias. Gostei muito, (...) principalmente sobre a ‘sensibilização de pessoas’; é necessário ter pessoas engajadas em todas as fases do projeto. A GMO é um assunto novo para as empresas, (...) o relacionamento no mundo empresarial mudou e hoje percebemos que é necessário um planejamento consistente e tempo para amadurecer as ideias, o projeto e as pessoas”.

A liderança e as mudanças

Abrindo o último painel, “Engajamento da Liderança”, Mário Fonseca, sócio-diretor da Dynamica Consultoria, destacou as principais ligações entre Cultura e Liderança, ressaltando como é possível conectar técnicas de desenvolvimento organizacional com os processos de mudanças, formando uma cadeia de patrocínio com expertise e credibilidade. O executivo acrescentou ainda que o líder deve acreditar no sucesso do projeto e ter objetivos compartilhados.

DSC 7131“Liderar para quê? Por que? Com quem?” foi o tema abordado por Marta Okada, gerente de projetos da Ericsson. Iniciou sua apresentação falando de motivação no processo de transformação: para ela, GMO é “execução e realização”. Um dos destaques da palestra foi esclarecer aos participantes a diferença entre Liderança Formal e Liderança Situacional.  A primeira volta-se à hierarquia: “saber quem manda em quem” e atende os desafios da estrutura organizacional, assume responsabilidades, se utiliza de influenciadores e reafirma interesses próprios. No caso da Liderança Situacional, o indivíduo deve adaptar-se a equipes de diferentes graus de maturidade, navegando nos estilos de liderança e conhecendo o time. “O líder deve ter a GMO como uma ferramenta e seguir os seguintes passos: Gestão do Conhecimento, Gestão da Prontidão Organizacional, Gestão da Transição e Patrocínio. O patrocínio formal é importante para que as pessoas se conscientizem, mas outros patrocínios também são importantes: devemos tratar as pessoas ‘chave’ como patrocinadores”, conclui Marta.
A última palestra do Painel foi proferida por Roberta Caravieri, da Marítima Seguros. Sob o tema “Desenvolvendo o comprometimento da liderança para mudança”, Roberta explicou como tratar a liderança que está no dia a dia, no mapeamento e entendimento dos stakeholders envolvidos. A executiva discutiu com os participantes qual o papel dos ‘sponsors’ na estratégia da companhia e a importância do senso de urgência para criar algo novo.
"Todo líder de uma empresa é um agente de mudança”, declara Katia Soares (participante, autora do livro “A transição na Gestão da Mudança”, editora Barany). Segundo ela, é preciso “que o individuo se volta para dentro e enxergue a si. Uma metodologia deve trabalhar internamente as pessoas e fazer com que elas se tornem agentes de mudança sem criar conflitos”.

Oficinas para mudanças

Nos 2 dias do seminário 3 oficinas intercalaram os Painéis Temáticos, estimulando a criatividade dos presentes: degustação de chocolate, origami e artesanato. Palestrantes e participantes ocuparam-se em atividades que provocavam a criatividade e reflexão em torno de ideias como desafios de novos objetivos, obstáculos, problemas a solucionar e a experiência com novas percepções. Para Maria Ignácia Vieira (participante da Eletronuclear), “a oficina me orientou em como as pessoas podem acompanhar e desenvolver a mudança. A tranquilidade e o conhecimento da estrutura dos orientadores da oficina “Como montar uma agenda”, por exemplo, fez com que todos conseguissem atingir seus objetivos. Foi uma experiência muito positiva”.

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Durante as oficinas, os participantes puderam identificar as resistências naturais diante de novas tarefas e descobrir outros caminhos para a comunicação e realização. Os exercícios permitiram aos grupos identificar e quebrar paradigmas que muitas vezes impedem o desenvolvimento de uma visão integrada e sistêmica.
Para Tatiana Fonseca (participante da CBC-Companhia Brasileira de Cartuchos), “este seminário está atendendo às expectativas porque durante as palestras e oficinas foram reforçadas as questões de metodologia e ferramentas. Nas oficinas, por exemplo, trabalhamos o perfil de cada um, a criatividade, e para mim isso foi uma terapia por que me levou à reflexão”. Vivian Petrenas (da empresa CGI) declarou que “o evento e as oficinas foram muito positivos e me surpreendeu. Pensei que o foco fosse metodologia, mas não foi apenas isso: os organizadores deram uma visão do cliente sobre gestão e testaram nossas habilidades e posicionamento durante as oficinas”.

Compartilhando experiências e conhecimento

DSC 5971 2Foi notável o grau de participação, todos empenhados nas atividades propostas e analisando problemas e experiências reais em torno da GMO. Receptividade e motivação foram a tônica durante os 2 dias, tornando fecundos os Diálogos entre participantes e palestrantes. Lyrian Faria encerrou o Seminário num clima de descontração e confraternização entre os presentes. “O Seminário foi gratificante, atingimos nossos objetivos e agora vamos trabalhar para que os Diálogos 2014 possam trazer novos questionamentos e novidades sobre o tema Gestão de Mudanças Organizacionais”, conclui.
Além da definição das atividades para a próxima edição do Seminário, a Dynamica Consultoria continua sua agenda para 2013: além de participar de eventos do mercado, já está preparando novo curso e um novo Encontro para Mudanças - com o lançamento dos resultados da 2ª PNM-GMO Pesquisa Nacional sobre a Maturidade da GMO nas empresas.

Acesse o site Diálogos 2013.

Veja o vídeo sobre o seminário no Blog Dynamica.
Acompanhe a divulgação do Seminário. Acesse nosso clipping.

Seminário Diálogos 2013

 

Diálogos 2013 - Conduzindo Mudanças Organizacionais

26 e 27 de setembro
Horário: 09:00 às 18:00h
Local: Hotel Transamérica Prime International Plaza - Salas Américas
Alameda Santos, 981 - Jardim Paulista - São Paulo - SP

 
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