Quinta, 09 Outubro 2014 12:14

Notícias

 
 
 
Dynamica abre inscrições para os cursos no 2º semestre de 2014
 
 

Cursos enfocam os temas mais importantes para o mundo corporativo.
Inscrições estão abertas para São Paulo com política especial de descontos.

curso1Foto: Dynamica Consultoria

A Dynamica Consultoria divulga a agenda de cursos para o 2º semestre de 2014. Os cursos estão programados para São Paulo sob a coordenação de Lyrian Faria
, sócia-diretora da consultoria.
Os cursos abrangem os temas mais importantes para a condução de mudanças empresariais, entre eles a formação em Gestão de Mudanças Organizacionais (GMO) e a gestão de pessoas para gerentes de projetos.

Com mais de 7 anos de experiência no mercado, a Dynamica oferece formação teórica consistente, apoiada em aulas expositivas intercaladas com atividades em grupo e apoio didático on-line. O público alvo são os profissionais empenhados em atuar nas diversas situações de mudanças empresariais e que buscam metodologia e técnicas para aprimorar seu desempenho.

Inscrições e valores de investimento
A consultoria estabeleceu valores de investimento de acordo com a realidade econômica, com formas de pagamento que facilitam a formação de grupos de inscritos por empresa e com uma política de descontos atraente.

Veja agora os temas dos cursos, locais e datas de realização.

 

São Paulo - sede da Dynamica Consultoria
5, 6, 17 e 18 novembro - Curso Gestão de Pessoas e Mudanças para Gerente de Projetos
Curso com duração de 24 horas. Detalhes aqui.
19, 20, 26 e 27 novembro - Curso Formação em GMO
Curso com duração de 60 horas. Detalhes aqui.

Para conhecer outros cursos, detalhes de programação e valores de investimento, acesse aqui.

Inscrições
As inscrições já estão abertas. Baixe agora a ficha de inscrição e envie para:

dynamica@dynamicaconsultoria.com.br

Para mais esclarecimentos escreva ou telefone para a Dynamica Consultoria:

dynamica@dynamicaconsultoria.com.br      (11) 2532-8889

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Segunda, 22 Setembro 2014 14:30

Notícias

 

Dynamica realiza com sucesso o seminário Diálogos 2014

O segundo dia reuniu os participantes com entusiasmo renovado nas atividades e debates.

Fotos: Airton Lopes

O primeiro painel do segundo dia do Seminário Diálogos 2014, focado em Sustentabilidade e Mudanças, contou com a especialista e também consultora da Dynamica, Catarina Silveira. Sua apresentação chamou a atenção dos participantes com explicações sobre os reais motivos para se trabalhar com a sustentabilidade nas empresas, expondo pontos preocupantes como a capacidade do homem em esgotar todos os recursos renováveis que a natureza é capaz de oferecer de forma sustentável no período de um ano, em apenas oito meses.
ALF 4313Catarina compartilhou ainda informações sobre a pesquisa da “New Era of Sustainability”, realizada pelo Pacto Global das Nações Unidas, em 2010, a qual deixa claro que 93% dos CEOs acreditam que as questões de sustentabilidade serão críticas para o sucesso futuro do negócio; 96% deles ainda acreditam que a sustentabilidade deve ser plenamente integrada na estratégia e nas operações de uma empresa; outros 88% dos entrevistados creem que a integração da sustentabilidade deve ser feita em sua cadeia de suprimentos, sendo que 54% acreditam que isto foi conseguindo na sua empresa.

 

ALF 4360Dando seguimento à discussão do tema, Aron Zylberman, Diretor Executivo do Instituto Cyrela, falou sobre Ética e Sustentabilidade Socioambiental e comentou que sustentabilidade é viver da “renda mínima”, da terra, utilizando a capacidade de prover serviços ambientais, que fazem parte do capital natural, e capital social, uma vez que os recursos estão se esgotando. Durante seu discurso, Aron mostrou a situação de escassez de recursos fundamentais para o bom funcionamento da sociedade, destacando a importância da mudança dos modelos de negócios para que a sobrevivência das espécies, inclusive a humana, não seja comprometida.

O executivo também relatou que, em 2050, precisaremos de três planetas Terra para viver, o que terá impacto direto na vida das pessoas. Isso irá acontecer, segundo ele, pois o número de habitantes diminuirá drasticamente, indicando o número de tragédias que podem acontecer diante dos impactos ambientais.
“Atualmente, a reprodução dos peixes está em declínio. Possivelmente, em 2050, o consumo de peixe será
restrito às pessoas muito ricas. Há mais de uma década se discute que chegaríamos a essa situação com relação à falta de água, não só em São Paulo, mas também em outras metrópoles. Não existe uma ação voltada para a demanda dentro do modelo utilizado pela Sabesp. E assim, economicamente, somos extremamente afetados e todas as empresas também serão atingidas.”, explica Aron.
Para o executivo, as empresas têm obrigação de colaborar com o governo, realizando um diagnóstico de suas externalidades negativas, elaborando um plano para eliminá-las e mitigá-las. Além disso, ressalta que as empresas devem focar nos resultados em longo prazo e fornecer produtos e serviços que beneficiem a sociedade.

ALF 4467O terceiro participante do painel, Herlon Goelzer, Assistente do Diretor Geral Brasileiro da Itaipu Binacional, exibiu o Sistema de Gestão da Sustentabilidade – SGS, o qual auxilia a execução do Plano Empresarial, na rota da Visão 2020 da Itaipu Binacional, coordenado por ele. O sistema trata-se também de uma gestão de mudança, não só gerencial, como comportamental.  Segundo a rota de Visão 2020 da companhia, seu objetivo é consolidar-se como geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo.
Herlon relata que apesar do SGS estar caminhando de forma adequada, seu maior problema está relacionado à gestão de pessoas. “Algumas pessoas dentro da empresa têm dificuldade de entender e realizar ações sustentáveis. A participação em eventos como esse é de grande valia, pois como há ajustes a serem feitos todos os processos, a troca de informações e experiências com os participantes, nos permite enxergar novos horizontes.”. Ele ressalta que a Itaipu é uma empresa preocupada e engajada com desenvolvimento na plenitude. Isso fica evidente partindo-se do principio que a empresa tem como preceito básico de que a sustentabilidade tem que ser de dentro para fora da empresa, ou seja, os colaboradores precisam seguir as linhas sustentáveis também em suas vidas privadas.

ALF 4491Para fechar o primeiro painel, Cláudia Sérvulo (foto), responsável pela gerência corporativa de comunicação e responsabilidade social do Grupo Solví, apresentou um case do grupo que mostrou, de forma clara, a preocupação da empresa em ser sustentável. Ela deu exemplos das dificuldades vividas no dia-a-dia na relação com o executivo da área de unidade de negócios. Segundo ela, o colega levanta o problema da empresa precisar ser competitiva em relação aos concorrentes, mas que exatamente pelo fato de ter que seguir uma série de ações sustentáveis, acaba perdendo oportunidades de fechar negócios, já que possui um preço mais elevado que o da concorrência. “Sustentabilidade deve ser um jeito de ser e de fazer, ser a visão para sustentar o negócio da empresa. Conhecer para saber, praticar para internalizar, exemplificar para inspirar. Sustentabilidade sem justiça social não existe.”, afirma a gerente. Ela finalizou mencionando que no mercado uma incoerência entre o discurso e a prática entre as empresas.

Após as apresentações, os executivos passaram a responder os questionamentos dos participantes sobre os temas expostos.

Painel ressalta os desafios diários dos profissionais
O 2º painel do dia - Perfil do Profissional que atua com mudanças - foi aberto por Rafael Paim, fundador da Enjourney Consultoria e especialista em processos, que provocou os participantes com temas sobre o posicionamento dos profissionais em suas organizações. Ele fez questão de ressaltar a necessidade de oferecer autonomia para o líder mudar, pois na opinião de Paim, só assim ele perceberá o porquê da mudança. O palestrante ainda advertiu que mudar é bastante difícil, uma vez que nesse momento perde-se aquilo ao qual se estava habituado, e para isso é preciso estar preparado para essa mudança.
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Rafael Paim e Célia Dutra (saiba mais sobre os palestrantes)

Já Célia Dutra, Diretora de RH da Cosan S.A., abriu seu discurso com a indagação: “existe um perfil de profissional de mudança?” De acordo com ela talvez não exista e, por isso, precisamos focar em cultura quando falamos em mudança, pois ela que é o agente dessa ação. Sendo assim, a grande questão, na verdade, é a gestão da cultura. “Nós, do RH, cuidamos da cultura e temos que olhar a mudança no dia-a-dia. Você fala de mudança, mas deixa o modelo de remuneração antigo e acaba colocando o colaborador na dúvida para onde ir.”, complementa a diretora.

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Tereza Xavier e Renan Silva (saiba mais sobre os palestrantes)
Dois palestrantes fecharam o segundo dia de painéis do evento: a Gerente de Gestão de Mudanças do BNDES, Tereza Xavier, demonstrou a estrutura do banco, mostrando seus processos e projetos, iniciados em 2010, e que seguem até os dias atuais em pleno funcionamento.
Renan Silva, Coordenador do PMO Corporativo da Serasa Experian, explicou como é o perfil do patrocinador dentro de sua empresa além de abordar assuntos como a indispensável clareza da visão estratégica de projetos; o senso de necessidade e urgência e a autoridade executiva para superar obstáculos. Além disso, complementou seu discurso mostrando aos participantes as diferenças entre mudanças Evolutivas x Reativas.

Competências do novo profissional: "nós conseguimos sozinhos tocar a gestão de mudanças?"
Ao final das apresentações, os palestrantes foram convidados por Rafael Paim a sentar entre os participantes para responder a algumas perguntas. A ideia de Paim foi no sentido de que todos pudessem interagir com a “mudança”, além de explicar a necessidade de declarar a mudança e instalá-la.
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A mudança de posições deu nova dinâmica às discussões e gerou provocações estimulantes aos participantes. Algumas conclusões apontaram que não há um perfil específico para o profissional de mudança, pois todos podem trabalhar com isso, utilizando várias habilidades e não apenas uma especialidade, destacando que este profissional deve manter constantemente apurada sua sensibilidade para avaliar as ações realmente eficazes e viáveis de
realização.

Diálogos 2014 promove a troca de informações entre os profissionais
Para Célia Dutra, Diretora de RH da Cosan S.A, o seminário ajuda os profissionais a entenderem como podem se capacitar e ajudar as empresas a realizarem seus objetivos, entregando bons resultados de negócios.
A Analista de Projetos da CPFL, Fernanda Rodrigues, destacou a produtividade alcançada no evento. “Achei perfeito, o dia passou bem rápido o que mostra ter sido bastante produtivo e muito interessante. Deu para perceber que as empresas passam pelos mesmos problemas e momentos, demonstrando que é sempre possível trocar informações e experiência.”, destaca.
Já Marcela Ribeiro, profissional de RH, que participa pelo segundo ano do encontro, trata-se de um espaço especifico para falar de gestão da mudança difícil de encontrar. “Gostei muito, foi um encontro excelente. Eu já havia gostado no ano passado por isso fiz questão de participar esse ano novamente.”
“Achei muito interessante a oficina do xadrez, pois foi muito bom utilizar o jogo com metáfora. Estou ansioso para ter acesso ao material que será distribuído. Hoje participei da oficina sobre teatro que tratou muito da comunicação, deu para ter bastantes insights.”, exalta Danilo Amorim, Técnico no BNDES.

Oficinas para novas experiências
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Nany di Lima, D'arcy Dorman e Flávio Tavares: coordenadores das oficinas para mudanças
(saiba mais sobre eles).

No 2º dia as 3 oficinas cumpriram novamente o papel de estimular a integração entre os participantes e ao mesmo tempo provocá-los com novas experiências. Destacaram-se os exercícios envolvendo a percepção do próprio corpo, usando seus movimentos como maneira de expressão pessoal e de aproximação com os outros participantes. A condução da oficina de exercícios teatrais foi de Nany di Lima.
Confrontar opiniões ou ideias preconcebidas e enxergar a partir de novas perspectivas, eis a temática da oficina conduzida pelo especialista em Action Learning, D'Arcy Dorman. Finalmente, assimilar regras diante de problemas novos e enfrentá-los dividindo responsabilidades com o planejamento de ações conjuntas foi o enfoque que orientou a oficina de xadrez de Flávio Tavares.
O conceito que sustentou a realização das oficinas firmou-se, e as atividades contribuiram para a interligação entre os Painéis Temáticos e seus participantes deram sua contribuição à Árvore de Lições Aprendidas.

Lições Aprendidas
A discussão sobre a Prática de Lições Aprendidas e a avaliação de sua aplicação nas organizações esteve presente no Seminário. Os participantes anotaram opiniões, e questionamentos, resultantes de suas atividades em grupo durante os Painéis Temáticos e nas Oficinas para Mudanças. Vejam algumas das anotações divulgadas em nossas "árvores de lições aprendidas":

arvoreliçõesaprendidas"Sacrifício temporário é igual a benefício futuro"

"Política de remuneração alinhada às mudanças que a empresa almeja"

"Mudar dói, mudar cansa"

"Compartilhar conhecimento diminui o nível de concorrência interna"

"Líder não é cargo, é atitude!"

"Se você não gosta de política certamente será dominado por alguém que gosta"

"Desapegar-se do imediatismo"

"Adapte o discurso para atingir o ponto certo do patrocínio"

"A solução, o sucesso, começa com saber perguntar e saber ouvir"

"Não há Planeta B!"

"Respeite seu tempo, ele é muito valioso"

"GMO como competência das pessoas, não necessariamente como área"

"Sustentabilidade como modelo de negócio, não como área"

Conheça a página de Lições Aprendidas com todas as declarações aqui.


Leia a matéria sobre o primeiro dia do seminário aqui.
Visite o hotsite de Diálogos 2014 por aqui.
Visite o hotsite de Diálogos 2013 por aqui.

 

LOGO DIÁLOGOS refeita 2014 1

Diálogos 2014 - Conduzindo Mudanças Organizacionais

17 e 18 de setembro
Horário: 09:00 às 18:00h
Local: Hotel Transamérica Prime International Plaza - Salas Américas
Alameda Santos, 981 - Jardim Paulista - São Paulo - SP

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Quarta, 17 Setembro 2014 12:07

Notícias

 

 

Dynamica Consultoria abre o seminário

Diálogos 2014 - conduzindo mudanças organizacionais

 

Palestras e debates reunem executivos de grandes empresas em torno dos principais temas de
Gestão de Mudanças Organizacionais.
Oficinas especiais e exposição completam o seminário.

Fotos: Airton Lopes

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Durante a abertura do seminário Diálogos 2014, Lyrian Faria, sócia-diretora da Dynamica Consultoria, falou sobre importância da gestão de mudanças organizacionais – GMO e de toda metodologia utilizada pela empresa.

Na sequência, Luiz Stevanato, sócio-proprietário da S2A Consultoria e Pesquisa e Professor na FIA – PROCED, apresentou: “Como abordar o tema mudança em uma época de superficialidade programada?”. Durante a palestra, Stevanato alertou sobre a necessidade de compreender a cultura das empresas. “Para entender a cultura é necessário ir além do óbvio, além das aparências. Observar o que é realmente feito e aquilo que é declarado. Por se tratar de um tema muito complicado, nem sempre durante a mudança é necessário mudar-se a cultura”, lembrou o professor.

Stevanato lembrou dados da pesquisa feita pela Strategy+Business em 2013, na qual 84% dos executivos acreditam que a cultura é um fator crítico para o sucesso dos negócios. Por sua vez, 48% acreditam que faltam competências para sustentar as mudanças.

Mesa redonda ressalta o papel de líderes e patrocinadores da mudança
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Da esquerda para a direita: Prof.Dr.Luiz A.Stevanato, Alberto Wagner Teixeira Campos e José Ricardo Amaro (conheça os palestrantes).

José Ricardo Amaro, Diretor de RH da Edenred Brasil, iniciou as apresentações citando o caso de sucesso da Fusão e Aquisição das empresas BR Turbo, iBest e IG, dando origem a IG. Após a fusão, houve a necessidade de a companhia ficar atenta às questões pessoais e decisões familiares, pois durante esse processo aconteceria a migração dos funcionários de Brasília para São Paulo. Por isso, a fim de garantir a continuidade do processo, houve a criação de um programa de recolocação dos cônjuges com a proposta de estabilizar todas as mudanças na vida de cada profissional que estava sendo avaliado. O processo foi concluído da melhor forma possível utilizando uma estrutura muito mais eficiente (duração de cerca de dois a três meses) com o principal interesse de dar andamento à gestão de conhecimento.

Na Edenred, Amaro é responsável pela transformação e reposicionamento comercial da empresa, o que demanda novos padrões e procedimentos envolvendo toda a operação e suas lideranças.

Para Alberto Wagner Teixeira, Diretor de TI do Grupo Localiza, o principal problema da tecnologia são as pessoas, pois quando a solução é criada, muitas vezes as pessoas permanecem na zona de conforto. “É de extrema importância levar em conta a cultura de cada país, sendo necessário lidar com relações entre as pessoas durante as mudanças organizacionais”, comentou o executivo. Diante de seu conhecimento, Alberto criou as salas de produtividade, um modo alternativo e descontraído para a inovação e o desenvolvimento das atividades.

ALF 3714Dando continuidade à apresentação de cases, Gilvan Righetti (foto), terapeuta em alinhamento emocional e Coach de executivos, explicou que o desenvolvimento dos negócios estão atrelados aos produtos e serviços oferecidos pelas companhias, mas que para alcançar a meta, as pessoas são quem realmente fazem a diferença. O executivo disse ainda ter aprendido que oportunidades não podem ser ignoradas, todas devem ser avaliadas e analisadas para que se possa avançar. “Sempre valerá de experiência.”, comentou.

Quando convidado para trabalhar na Odebrecht da Líbia, Gilvan identificou uma oportunidade de ampliar seu conhecimento cultural e a analisou como um desafio. Já na Wurth, empresa automotiva alemã, seu grande desafio era a rotatividade dos vendedores. Após identificar qual era a mudança necessária, o executivo reportou aos patrocinadores, os quais o apoiaram e oficializaram a transformação.

Painel Integrando Metodologias para conduzir Mudanças
O painel foi aberto com a apresentação dos processos de gestão em uma empresa em transformação: Gestão da Prontidão Organizacional; Gestão da Transição; Gestão do Conhecimento; Gestão das Pessoas e Gestão da Comunicação. Na abertura, Lyrian Faria apontou os principais desafios das organizações para enfrentar as etapas necessárias para governança, além de ressaltar a metodologia usada pela Dynamica Consultoria.

Durante o painel, os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer as experiências vividas na SERASA Experian, apresentadas pela gerente do PPMO (Project and Process Management Office) da empresa, Alessandra Rodrigues, e na EPHROM Business Transformation, por Fernando Barros de Sá, especialista em projetos e inovação.

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Alessandra Rodrigues e Fernando Barros de Sá (conheça os palestrantes).
Em sua apresentação, Alessandra ressaltou o desafio diário para dar andamento aos processos, na qual toda a execução está alinhada à transformação organizacional, à liderança formal & situacional, ao envolvimento de várias pessoas e ao relacionamento interpessoal, além da gestão de conflitos.

A executiva menciona que é necessário ser “fit” ao momento de organização, pois no SERASA Experian o lema é Juntos e Misturados, no qual todos são especialistas, mas estão direta e indiretamente envolvidos com todas as questões da área. Atualmente, a empresa conta com o plano de estratégia para os próximos três anos com detalhes da execução e gestão de resultados. Alessandra afirma que lidar com as transformações organizacionais é um dos grandes desafios encontrados desde 2007 quando a empresa foi adquirida pela Experian e as mudanças foram iniciadas.

Já Fernando Barros de Sá abordou a metodologia e o processo da ferramenta TalkProcess. Trata-se de uma solução especializada e de alto valor técnico-metodológico, voltada para o levantamento, desenho e melhoria colaborativa de processos de negócios. A solução é premiada e reconhecida por sua capacidade de impactar nos projetos de desenvolvimento organizacional. Durante a apresentação, Fernando também ficou à disposição dos palestrantes para tirar dúvidas sobre a plataforma.ALF 3684

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Mudanças com bom humor
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O ilustrador e cartunista Sizenando, colaborador da área de comunicação da Dynamica Consultoria, repetiu a experiência iniciada na 1ª edição dos Diálogos expondo seus desenhos de humor criados a partir dos temas das apresentações e discussões realizadas durante os Painéis Temáticos. Sizenando destaca que a experiência é estimulante: "a ideia é sintetizar os conceitos em discussão e o desenho de humor permite abrir novos angulos sobre os assuntos tratados. E a receptividade dos participantes do seminário é muito positiva", afirma o cartunista. Visite agora no site Dynamica a página de cartuns Dynamica do riso.

Oficinas para mudanças

Os participantes tiveram a oportunidade de escolher entre as três oficinas oferecidas pela Dynamica Consultoria.

Jogando com Novas Estratégias, por Flávio Tavares, sócio-presidente da Imperium Logística, ofereceu aos participantes um jogo de xadrez em grupo, utilizado para falar sobre mudanças no ambiente corporativo, suas estratégias e oportunidades. Para Grácia Anacleto, Coordenadora de GMO da Pernambucanas, foi uma excelente oportunidade participar da oficina, além de ver e absorver a importância dos conceitos de forma lúdica.

Já a oficina Brincando com Conceitos, liderada por D’arcy Dorman (pesquisador visitante do CNPq), exercitou e praticou o questionamento das ideias disponíveis, recriando conceitos e renovando concepções através das técnicas de Action Learning.

Traduzindo proposições, conduzida por Nany di Lima, Psicóloga, Diretora de Teatro e Consultora de RH, fez com que os participantes desenvolvessem uma atividade em grupo, em que tiveram a oportunidade de entender o tempo certo de falar, de se tornar ouvinte e de lidar com suas atividades.

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Leia a matéria sobre o segundo dia do seminário aqui.
Veja a programação detalhada do seminário aqui.
Visite o hotsite de Diálogos 2014 por aqui.
Visite o hotsite de Diálogos 2013 por aqui.


 

LOGO DIÁLOGOS refeita 2014 1

Diálogos 2014 - Conduzindo Mudanças Organizacionais

17 e 18 de setembro
Horário: 09:00 às 18:00h
Local: Hotel Transamérica Prime International Plaza - Salas Américas
Alameda Santos, 981 - Jardim Paulista - São Paulo - SP

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Sexta, 05 Setembro 2014 11:12

Notícias

 
 
 
Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Acompanhe a entrevista com Catarina Silveira, participante do seminário Diálogos 2014.

catarina entrevista












Catarina Silveira é consultora em sustentabilidade e planejamento estratégico da Dynamica Consultoria (veja biografia aqui). Vai participar do seminário Diálogos 2014 como moderadora do painel Sustentabilidade e Mudanças (veja detalhes da programação aqui).

 


Quais são os principais conceitos de sustentabilidade organizacional? Analisando o cenário atual é possível dizer que as empresas já estão adeptas à ideia de sustentabilidade?
Há empresas que desenvolveram produtos considerados mais sustentáveis ( que usam os recursos renováveis, material reciclado ou produtos orgânicos); bancos que desenvolveram  linhas de investimentos financeiros especificas para sustentabilidade e há ainda empresas que aderem a selos e certificações que demonstram que seguem a diferentes regras relacionadas a sustentabilidade.
No que tange a área da gestão interna das empresas temos diferentes exemplos de empresas que incluíram em suas estruturas questões relacionadas à sustentabilidade. Existem assessorias especializadas, grupos de gestão e ainda as empresas que já incorporaram a sustentabilidade como plano estratégico. Outras trabalham a sustentabilidade como necessidade, porque participam de algum acordo, às vezes trazidos pela contraparte internacional, às vezes por necessidade do mercado (interesse do comprador de adquirir produtos que sigam selos, certificações etc.).
Ou seja, temos casos de experiências positivas. Mas ainda há muito por se fazer e em alguns casos o que acontece é que a sustentabilidade fica estagnada em algum ponto dentro da empresa em vez de tornar-se parte orgânica da mesma. Ou então a sustentabilidade é vista como um pequeno projeto (a existência de uma linha ecológica) e não se faz a analise do melhor uso dos recursos naturais em todos os pontos do ciclo de vida do produto ou da cadeia produtiva.
Essas questões serão aprofundadas no painel Sustentabilidade e Mudanças, no segundo dia do seminário Diálogos 2014. Serão apresentados 2 cases de empresas cujos produtos ou serviços têm a sustentabilidade em seu cerne. Também abordaremos a sustentabilidade como oportunidade, isto é, analisar o que se pode perder quando se deixa essa oportunidade de lado.

Qual a importância de um evento como Diálogos para o mercado?  Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
Além de oportunidade de ampliarem conhecimentos por conta do conteúdo proposto, eu acredito que o formato dos diálogos nos da a chance de trabalharmos junto a profissionais que em diversos setores da economia enfrentam no dia a dia dificuldades e possibilidades em gestão de mudanças organizacionais (GMO).
Ano passado, na 1ª edição do seminário, tivemos bastante sucesso ao trazer uma novidade para o evento que foram as Oficinas para Mudanças. Trouxemos oficinas de diferentes áreas da arte (artesanato, origami e gourmet) para depois traçar paralelos com questões de GMO.  Como em qualquer profissão, esse tipo de atividade é vital para alimentar o entusiasmo pelo que fazemos no dia a dia e também para encontrar pessoas que vivem situações similares ou que podem nos ajudar a ter um insight ou nos emprestar sua experiência. Além disso, o Diálogos, pelo seu formato inovador, trabalha teoria e cases de maneira interativa, o que torna mais prazeroso para quem participa.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
Meu papel no seminário é o de moderadora do painel Sustentabilidade e Mudanças. Então, o desafio é amarrar as visões e diferentes contribuições dos palestrantes, levar algumas questões para o debate e apresentar a visão da Dynamica de como a metodologia de GMO pode contribuir nos projetos de sustentabilidade.


Leia as entrevistas de outros palestrantes:

Lyrian Faria   Cláudia Servulo   Herlon Goelzer de Almeida   Aron Zylberman
Fernando Barros de Sá   Gilvan Righetti   Prof.Dr.Luiz A.Stevanato

 

 


 

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Quinta, 04 Setembro 2014 15:30

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Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Acompanhe a entrevista com o prof. Luiz A.Stevanato, palestrante no seminário Diálogos 2014.

luizstevanato entrevista














O Prof.Dr. Luiz A.Stevanato é professor na FIA – PROCED (veja biografia aqui). Vai participar do seminário Diálogos 2014 integrando o painel Patrocínio da Mudança (veja detalhes da programação aqui).

 


Como é possível avaliar o momento certo para dar inicio a uma mudança organizacional?
Essencialmente existem dois tipos de mudanças: aquelas induzidas por forças externas – clientes, concorrentes, governo, tecnologia etc. – e mudanças induzidas desde dentro da organização derivadas de decisões estratégicas, adoção de novas tecnologias e sistemas administrativos, alterações no perfil dos funcionários, alterações na cúpula da empresa etc.. Este último tipo pode, inclusive, ocorrer para responder às pressões externas ainda em estágio inicial, quando elas não se caracterizam como imposição. Resumindo a coisa que é bastante complexa, posso dizer que “o momento mais adequado”, por assim dizer, é quando os desafios internos ou externos superam a capacidade instalada da organização responder adaptativamente a eles. Neste ponto, seria indicado iniciar um processo de mudança, no sentido de elevar a capacidade da companhia de responder às pressões.  Note, contudo, que a percepção que o corpo gerencial tem do problema e do “momento adequado [timing]” sofre distorções que podem levar a respostas equivocadas ou a atrasos nas reações.

Qual a importância de um evento como Diálogos para o mercado? Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
A educação executiva é uma solução de longo prazo, aliás, como é todo processo educacional. Ele não entrega resultados de imediato. Nesta perspectiva, um evento como o “Diálogos” é um ponto de partida não de chegada que para ser consequente, necessita encontrar uma solução de continuidade por parte dos participantes.

O nível de formação do gestor brasileiro, em geral, é muito fraco, naturalmente, com louváveis exceções. De modo geral, faltam formação básica, cultura geral e conhecimentos de modelos e ferramentas críticas para o trabalho. Mas, repito, o evento “Diálogos” é um ponto de partida, que não podemos nos dar ao luxo, como educadores e consultores, de desperdiçar.

Como identificar riscos aceitáveis das mudanças organizacionais?
A noção de risco varia segundo a cultura de cada empresa. O que parece aceitável para uma pode estar além do razoável para outra. Mesmo assim, posso dizer que idealmente, mudanças quando conduzidas com foco estratégico e parcimônia implicam em riscos aceitáveis, uma vez que os potenciais benefícios superariam os custos trazidos pela iniciativa.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
- 70% das iniciativas de mudança e inovação fracassam, por que?

- Competências críticas: sensibilidade cultural e habilidade política;

- Hubris gerencial [arrogância, delírio de grandeza] como fonte de fracassos;

- Como utilizar a cultura a favor do processo de mudança e

- Como agir para reduzir as resistências políticas.



Leia as entrevistas de outros palestrantes:

Lyrian Faria   Cláudia Servulo   Herlon Goelzer de Almeida   Aron Zylberman
Fernando Barros de Sá   Gilvan Righetti   Catarina Silveira

 

 


 

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Quinta, 04 Setembro 2014 12:36

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Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Acompanhe a entrevista com Gilvan Righetti, participante do seminário Diálogos 2014.

gilvan entrevista
















Gilvan Righetti é economista, tem MBA em Recursos Humanos pela USP - Universidade de São Paulo (veja biografia aqui). Vai participar do seminário Diálogos 2014 integrando o painel Patrocínio da Mudança (veja detalhes da programação aqui).

 


Quem é patrocinador de mudanças? E quais são suas responsabilidades?
Habitualmente o patrocinador natural é quem apoia o projeto dentro da organização. Comumente são pessoas que possuem certa influência, principalmente política, e gozam de certo poder e prestigio na estrutura organizacional. Importante destacar que essas pessoas são encontradas em postos de alto escalão, como: CEOs, diretores e gerentes de primeira linha.
Dentre suas principais responsabilidades está em primeiro, atuar como legitimo promotor do projeto, ou seja, ser reconhecido como Sponsor do projeto através da comunicação para os principais Stakeholders. Neste papel também inclui o acompanhamento, decisão, aprovação de recursos, budget e motivação da equipe que lidera o projeto em seus diversos níveis.

Qual importância de um evento como Diálogos para o mercado?  Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
A palavra mudança, na história das organizações, geralmente conduz há algo que provoca desconfiança, insegurança e resistência por parte de seus integrantes. Sejam elas para implantação de um sistema ERP ou puramente uma reorganização da estrutura empresarial.  Traduz-se em movimentar as pessoas da zona de conforto.
Eventos dessa magnitude como Diálogos, talvez também tenham o propósito de desmitificar o processo de mudança dentro das organizações, levando a um nível de consciência maior por parte de seus aplicadores e também pela parte afetada. Sabendo que o processo de mudança é algo inerente e efetivo em qualquer situação da vida, seja pessoal ou profissional.
Seguramente o GMO terá oportunidades para ampliar seus conhecimentos, sobretudo, pelos fundamentos e experiências que são compartilhadas ao longo do evento.

É possível dar andamento a uma mudança organizacional sem patrocínio?
Toda mudança organizacional é passível de implementação, independentemente de haver ou não um patrocinador oficial.  Muitas vezes, denominamos ser um patrocinador, um integrante oculto, porém com iniciativa para apoiar e atuar em atividades inerentes ao projeto.
Ocorre que a experiência mostra, para que um projeto tenha força e seja bem sucedido, nosso entendimento é de que sempre deveremos contar com um patrocinador legitimo, pois ele é quem vai assegurar que os novos processos sejam aculturados na organização.
Diante da importância e da complexidade que o processo de mudança impõe, o idealizador da ideia, deve sempre, como primeiro passo, buscar um patrocinador para que sua ideia e demandas sejam implementadas e aceitas com foco no ciclo que o processo de mudança envolve.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
A ideia é trazer 3 cases de sucesso implementados e 1 case de sucesso parcial (interrompido). Sejam eles:

Case 1
Projeto de transformação de representantes comerciais autônomos para uma relação de empregado – CLT.
Empresa: Wurth do Brasil

Case 2
Projeto de construção da planta petroquímica

Empresa: Joint Venture – Braskem (60%) e Petrobras (40%)

Case 3
Projeto de integração das empresas do grupo no país
Empresa:  Isolux Corsán do Brasil

Case 4
Novo projeto de gestão de pessoas
Empresa: EDP – Energias do Brasil



Leia as entrevistas de outros palestrantes:

Lyrian Faria   Cláudia Servulo   Herlon Goelzer de Almeida   Aron Zylberman
Fernando Barros de Sá   Prof.Dr.Luiz A.Stevanato   Catarina Silveira

 

 


 

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Quinta, 28 Agosto 2014 11:32

Notícias

 
 
 
Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Fernando Barros de Sá. Nosso entrevistado é palestrante no seminário Diálogos 2014.

fernandobarrsosa











Fernando Barros de Sá é Diretor de Pesquisa e Inovação da EPHROM Business Transformation. (veja biografia aqui). No seminário Diálogos 2014 vai integrar o painel Integrando Metodologias para Conduzir Mudanças (veja detalhes da programação aqui).

 


Qual a importância de um evento como Diálogos para o mercado?  Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
Considero essencial um evento como Diálogos para ampliar o debate e a reflexão nos profissionais e empresas, sobre a importância de evoluirmos a forma como conduzimos mudanças. O tema tem atraído a academia e as pesquisas, independente do país onde são realizadas, têm demonstrado o quanto o índice de insucesso nas iniciativas de mudança continua muito alto, entre 50% e 80%.
Gosto da proposta do evento de trazer profissionais destacados das empresas que são referência no mercado, para compartilharem seu aprendizado. A dinâmica participativa e integradora das atividades também é muito apropriada para enriquecer a experiência do participante. Mas, sem dúvida, ter uma equipe de especialistas da área coordenando o evento é o que faz toda a diferença, porque passa a existir um filtro mais rigoroso sobre o que será colocado para a audiência.

O que levou você a se dedicar a projetos de pesquisa e inovação ligados à transformação organizacional e psicologia organizacional?
A dinâmica dos mercados, clientes melhor informados e capazes de influenciar mais pessoas por meio de suas redes sociais são alguns exemplos que têm exigido das empresas maior capacidade para implementar mudanças. Pesquisa de abril desse ano, da KPMG/Forbes, revela que 93% das multinacionais americanas se enxergam em algum estágio de mudança. Com o índice de insucesso citado na questão anterior, não é difícil perceber o volume de investimento dessas empresas que não gerará retorno.
A crença de que é possível evoluir sobre esse contexto é o que nos motiva na Ephrom a trabalhar com pesquisa. Ao fazer um mestrado eu constatei que é mais difícil desenvolver uma pesquisa multidisciplinar do que uma focada em certa base conceitual. Já na empresa temos mais liberdade para explorar uma abordagem multidisciplinar envolvendo aprendizado organizacional, gestão do conhecimento, gestão da mudança e gestão de processos.
Nessa direção existem alguns desafios como a escassez de pesquisas acadêmicas que explorem a integração destas quatro áreas, o que exige de nosso trabalho mais tempo e esforço para os experimentos e validações. Também é essencial envolver a engenharia de software na pesquisa, pois ela será a responsável  por tornar viável a implementação prática de uma abordagem interdisciplinar.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
Pretendo convidar os participantes a enxergar as formas mais tradicionais como buscamos o desenvolvimento organizacional sob uma perspectiva diferente, ou pelo menos incomum. Quero expor uma cadeia de causa e efeito que pode se relacionar com o índice de insucesso citado, cadeia essa que abre um novo leque de opções para lidar com o problema. A ideia é promover a reflexão que contribua com o debate.
Os temas resistência à mudança e cultura organizacional sempre estiveram em voga e, mais recentemente, a falta de tempo das pessoas e o aumento da complexidade do ambiente corporativo, têm adicionado um tempero ácido a um contexto pouco digerível. Assim, acompanhando essa dinâmica, as pesquisas têm a responsabilidade de propor novos caminhos.

Em seguida, devo mostrar um possível caminho baseado em uma abordagem multidisciplinar, fortemente sustenta pela integração de novas tecnologias. Nesse momento, o feedback com a visão crítica dos participantes será uma oportunidade de aprendizado para mim.

 

 


Leia as entrevistas de outros palestrantes:
Lyrian Faria   Cláudia Servulo   Herlon Goelzer de Almeida   Aron Zylberman
Gilvan Righetti   Prof.Dr.Luiz A.Stevanato   Catarina Silveira



 


 

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Segunda, 25 Agosto 2014 11:17

Notícias

 
 
 
Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Continua com Aron Zylberman a publicação de entrevistas dos palestrantes do seminário Diálogos 2014.

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Aron Zylberman é Diretor-Executivo do Instituto Cyrela (veja biografia aqui). No seminário Diálogos 2014 vai integrar o painel Sustentabilidade e Mudanças (veja detalhes da programação aqui).

 


Em sua opinião as organizações e seus executivos estão priorizando cada vez mais a adoção de métodos de sustentabilidade?
Não. Infelizmente, eu acho que poucas organizações estão realmente incorporando o tema da sustentabilidade na sua estratégia.

O que é Responsabilidade Social Empresarial?
Eu gosto muito da definição do Instituto Ethos:

Responsabilidade social empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais.“

Qual importância de um evento como Diálogos para o mercado?  Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
Todos os eventos, de qualidade, podem ser oportunidades para ampliação de conhecimentos.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
Pretendo mostrar a situação de escassez de recursos fundamentais para o bom funcionamento da sociedade. Destacarei a importância da mudança dos modelos de negócio para que a sobrevivência de várias espécies, inclusive a humana, não seja comprometida.

Leia as entrevistas de outros palestrantes:
Lyrian Faria   Cláudia Servulo   Herlon Goelzer de Almeida   Fernando Barros de Sá
Gilvan Righetti   Prof.Dr.Luiz A.Stevanato   Catarina Silveira



 

 


 

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Sexta, 22 Agosto 2014 13:57

Notícias

 
 
 
Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Entrevista com Herlon Goelzer de Almeida,
participante do seminário Diálogos 2014 no painel Sustentabilidade e Mudanças.

 

herlongoelzer
















Herlon Goelzer de Almeida é Assistente do Diretor Geral Brasileiro da Itaipu Binacional, onde coordena o SGS - Sistema de Gestão da Sustentabilidade. (veja biografia aqui).
Vai participar do seminário Diálogos 2014 integrando o painel Sustentabilidade e Mudanças (veja detalhes da programação aqui).

 


O que é Gestão de Sustentabilidade?
É transportar para a gestão empresarial, isto é, para o negócio, os conceitos da sustentabilidade, reiteradas pela Organização das Nações Unidas na Rio + 20, que são as dimensões econômica, social e ambiental. É colocar o negócio empresarial e todas as áreas da atuação empresarial e suas ações, tanto meios como finalísticas, em conformidade com esses conceitos.

Qual a importância de um evento como Diálogos para o mercado?  Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
A importância de eventos como os Diálogos serve para sensibilizar e apontar caminhos inovadores para os gestores participantes, apontando que o rumo empresarial desejado pela sociedade é o da efetiva aplicação do conceito da sustentabilidade e dos valores que sustentam uma sociedade moderna, como ética, transparência, engajamento social e ambiental, entre outros. Trata-se de oportunidade para os diferentes profissionais, nos diferentes ambientes de atuação, conhecerem estratégias e ações já adotadas por outros no rumo da gestão da mudança para a efetiva sustentabilidade empresarial e seus valores.

Como as empresas adotam as práticas de gestão de sustentabilidade?
Práticas de gestão da sustentabilidade podem ser adotadas de diferentes formas. Há empresas que constituem comitês internos que produzem recomendações às suas diretorias que então validam ou não processos; há outras que constituem assessorias ou diretorias próprias, estas com poder de identificar, articular e implantar normas e ações sustentáveis. Na Itaipu Binacional adotamos um formato diferenciado, construímos um Sistema de Gestão da Sustentabilidade, coordenado por um assessor da Direção Geral e com a participação de representantes de todas as diretorias, que atua de forma horizontal e sistêmica na empresa. As questões discutidas são ou implementadas - naquilo que não dependa de decisão ou instrumento regulatório, ou levadas à diretoria para análise e regulamentação.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
Apresentarei o Sistema de Gestão da Sustentabilidade – SGS, sistema auxiliar na execução do Plano Empresarial, na rota da Visão 2020 da Itaipu Binacional, criado com objetivo de alinhar plenamente a empresa ao conceito da sustentabilidade plena, isto é, às dimensões econômica, social e ambiental, bem como as dificuldades encontradas na implantação desse processo.


 

Leia as entrevistas de outros palestrantes:
Lyrian Faria   Cláudia Servulo   Aron Zylberman
Fernando Barros de Sá   Gilvan Righetti   Prof.Dr.Luiz A.Stevanato   Catarina Silveira

 


 


 

 


 

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Quarta, 20 Agosto 2014 12:13

Notícias

 
 
 
Diálogos 2014: entrevistas
 
 

Continua a publicação de entrevistas com os participantes do seminário Diálogos 2014.
Hoje, Cláudia Servulo.

claudia servulo















Cláudia Servulo é responsável pela gerência corporativa de comunicação e responsabilidade social do Grupo Solví (veja biografia aqui). Vai participar do seminário Diálogos 2014 integrando o painel Sustentabilidade e Mudanças (veja detalhes da programação aqui).

 


Em que consiste a elaboração de um projeto de sustentabilidade?
A elaboração de um projeto de sustentabilidade já é por si só componente essencial do próprio projeto, já que qualquer projeto de sustentabilidade requer uma intervenção capaz de promover a real e efetiva adesão de todos os atores (pessoas, organizações) que se façam necessários. O desafio não é tanto a intervenção projetada, mas a sustentação dos resultados esperados, por meio da mudança de percepção que traz a mudança de comportamento e a ampliação da capacidade crítica dos participantes.

Quais são os conceitos de sustentabilidade na prática organizacional?
Acredito que a principal questão no que se refere ao conceito da sustentabilidade na prática organizacional diga respeito à harmonização de expectativas, interesses, necessidades e prioridades. Isto requer visão sistêmica, capacidade de persuasão, resiliência e flexibilidade para promover as mudanças necessárias com o alcance de longo prazo, entregando, no entanto os resultados de curto prazo. Tudo isto, negociando e conciliando as diversas expectativas de uma ampla gama de stakeholders.

Qual importância de um evento como Diálogos para o mercado? Acredita que essa seja a oportunidade para os profissionais ampliarem seus conhecimentos sobre GMO?
De suma importância, um evento desta natureza. A mudança começa pelo conhecimento e pela oportunidade de trocar experiências. Só assim há o aumento da massa critica capaz de promover projetos organizacionais mais sustentáveis.

Discorra sobre os temas que irá abordar no evento Diálogos
Apresentarei o Case Solví no painel Sustentabilidade e Mudanças e pretendo abordar assuntos referentes ao macro tema que digam respeito mais especificamente aos desafios de promover mudanças que se sustentem ao longo do tempo, após o esforço inicial do projeto de mudança ter sido realizado no âmbito de uma organização empresarial complexa, com diversas marcas, sóciose ampla abrangência geográfica e de setores de negócio.  Neste contexto, abordar engajamento de lideranças, gestão de relacionamentos, e a interface entre comunicação com funcionários e iniciativas de formação humana e capacitação para o trabalho é essencial. O foco da minha apresentação será o de contextualizar e defender a integração desses elementos, apontado os desafios e as vantagens de se agir assim, pontuando que o exercício que fazemos é continuo e perene para atuar na mudança e/ou fortalecimento de uma cultura organizacional que seja favorável a mudanças conscientes.


Leia as entrevistas de outros palestrantes:

Lyrian Faria   Herlon Goelzer de Almeida   Aron Zylberman
Fernando Barros de Sá   Gilvan Righetti   Prof.Dr.Luiz A.Stevanato   Catarina Silveira

 

 


 

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