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O poder público e o poder do mercado     Agostino Carletti (*)

 

ilustra poderpublico privado

Ilustração: Sizenando

As empresas mais avançadas têm quebrado paradigmas: na definição de seus propósitos, na reestruturação administrativa, no entrosamento entre colaboradores e lideranças, no planejamento dos investimentos e no relacionamento com a sociedade, isto é, o cidadão consumidor. Este, por sua vez, entre tantas recursos de comunicação, tem conquistado espaço para exigir das empresas um compromisso maior com qualidade de serviços e produtos, responsabilidade social transparente, produtividade com sustentabilidade.


A adaptação às inovações tecnológicas consolidou-se como fator estratégico
no conjunto de atividades tanto da área privada como da pública


Na área pública, há um bom tempo se fala em inovar métodos administrativos, atualizar cargos e funções, em suma, o chamado “choque de gestão” para aprimorar o trato com as demandas e os bens públicos. Na estrutura do Estado, na administração federativa, na formulação de planos de governo - em campanhas eleitorais ou já no exercício de cargos. E a adaptação às inovações tecnológicas consolidou-se como fator estratégico no conjunto de atividades tanto da área privada como da pública.

Há uma “concordância geral” no Brasil quanto à necessidade de reformas: política, fiscal, trabalhista e previdenciária, fundamentais para a reordenação econômica do país e a retomada de seu crescimento. Em que pese a pouca clareza quanto a certos pontos ou mesmo a falta de  análises mais aprofundadas, acontecem as discussões em torno de temas como liberalismo, agenda econômica liberal, uma nova política, privatizações, cargas tributárias etc. através da imprensa, órgãos públicos, ONGs, sindicatos e organizações políticas e corporativas. Sejam quais forem as mudanças concretizadas, há implicações financeiras e políticas para a administração pública federal, estadual e municipal. Seja qual for o grau de participação da sociedade civil, as organizações que buscam um mercado mais aberto, livre de amarras tributárias ou fiscais, devem investir numa nova mentalidade e assumir mais riscos em benefício da sociedade como um todo.


É preciso renovar a cultura organizacional e inovar na gestão de pessoas para assimilar
os processos de inovação tecnológica e,especialmente, sustentar sua continuidade.


Trata-se de inovar na gestão de pessoas, contribuindo para avançar a cultura organizacional da empresa, independentemente de seu porte - valendo o mesmo para a esfera pública. Com as pessoas no centro das atenções, recuperando a compreensão da função social de cada gestor, de cada profissional. Se é para incorporar as mudanças tecnológicas, que venham para fortalecer a transparência nos elos de comunicação com a população e para aperfeiçoar a entrega de produtos e da prestação de serviços.

É preciso renovar a cultura organizacional e inovar na gestão de pessoas para assimilar os processos de inovação tecnológica e,especialmente, sustentar sua continuidade. A Gestão de Mudanças Organizacionais (GMO) tem respostas, em seus conceitos, disciplinas e metodologia para projetos, para o diagnosticar as estruturas administrativas e formular o planejamento de ações de mudanças em acordo com o mercado e o presente cenário econômico e social. A competitividade empresarial e a busca por melhores práticas na gestão pública podem encontrar nas disciplinas de GMO seus melhores suportes.


Leia também:

TIC e transparência democrática   Agostino Carletti (MERCADO TI, edição 55, 2018, p.24)

Tecnologia a favor dos negócios e das pessoas  Lyrian Faria


São outras relações entre o Estado e a iniciativa privada. O diálogo e a construção de compromissos, unindo o mercado e o poder público em torno de proposições realistas de transformações. A expectativa é que as forças do mercado e os 3 poderes constituídos conduzam suas ações não apenas de modo pragmático, mas criando uma estratégia para formular projetos que atendam às demandas sociais, minimizando as dificuldades da população a médio prazo.

O momento é de desafios e a sociedade está sendo chamada, novamente, a se posicionar e enfrentar as dificuldades do país e buscar por soluções. Conforme destacamos como Missão na Dynamica Consultoria, é necessário “fazer acontecer, saber conviver e saber ser”. Transformações a curto e médio prazos para criar, em verdade, as bases para o futuro do país.


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(*) Agostino Carletti é sócio-diretor da Dynamica Consultoria.
Colaborou Sizenando Alves Silveira. Esta é uma versão ampliada do artigo publicado na revista eletrônica Mercado T.I. do SEPRORGS - Plataforma de negócios digitais do Rio Grande do Sul (edição 57, 2019p. 24).
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